Alunos dos 7ºs e 8ºs desenvolvem trabalho sobre o preconceito

preconceito01

A preparação para a Semana Literária teve, ao longo de todo ano, trabalhos realizados pelos alunos dos 7os e 8os anos sobre um tema muito atual e que tem ganhado as manchetes dos jornais no Brasil: o preconceito.

Os estudantes pesquisaram históricos de violência racial em alguns dos países participantes da Copa do Mundo. Foram os casos de Alemanha, Bósnia Herzegovina, Irã, Nigéria, Costa do Marfim, México e Chile. A proposta das atividades ao longo do ano e da VI Semana Literária, realizada entre os dias 22 e 26 de setembro, é despertar o aluno para a importância do convívio pacífico com pessoas e costumes diferentes.

Lucas em frente ao painel formado por fotos dos alunos e pais, feito para a Semana Literária

Lucas, em frente ao painel de fotos dos alunos e pais, feito para a Semana Literária

O trabalho começou por meio de pesquisas, que foram repassadas e avaliadas pelo professor. As questões do preconceito são colocadas dentro do contexto histórico, político e econômico dos países e debatidos em sala de aula. “Também organizamos textos de nossa autoria e apresentações sobre como o preconceito está presente em nossa história e como superá-lo”, conta o aluno do 8º ano, Lucas Aloisi.

Lucas chama atenção para casos famosos, mas sobre os quais ele não tinha o devido  conhecimento até pouco tempo. “Tinha alguma ideia sobre Hitler e a história da Alemanha naquele tempo, mas não sabia com detalhes. Depois da “ponte aérea” que a gente fez pude ter um conhecimento bem maior. Não sabia que esses tipos de crime, por preconceito, aconteciam em tantos países”, explica Lucas.

O aluno aponta que conhecer a história é uma maneira importante para não se cometer os mesmos erros do passado. “Casos de agressão por preconceito também fazem parte do nosso dia a dia, é questão de prestar mais atenção ao nosso redor para perceber. As lições que ficam é que temos que olhar para o outro sem julgá-lo, sabendo que a nossa realidade pode ser bem diferente da dele e não sabemos exatamente pelo que passou”, completa o aluno.

Anúncios