Pelas Ruas de SP: alunos visitam exposição que destaca atuação das mulheres nas artes

371544ea-8ef8-427c-ac5f-104c70a41f51Na última sexta-feira (23), os alunos do 6º ao 8º ano visitaram o Instituto Tomie Ohtake, na 35ª saída do projeto “Pelas ruas de São Paulo”. A exposição em cartaz é “Invenções da Mulher Moderna, para além de Anita e Tarsila”, com 300 obras que colocam em destaque a mulher tanto no âmbito artístico quanto no social.

Desta vez, a visita aconteceu de forma diferente. Antes de entrar na mostra, os alunos fizeram uma roda de conversa, para refletir sobre o papel da mulher na sociedade e sobre mulheres que desafiaram convenções e limites de suas épocas, nos séculos XIX e XX no Brasil, seja no campo estético ou social.

Depois, os estudantes receberam cinco missões, com perguntas sobre as artistas e suas obras. Ao entrarem na exposição, eles buscaram as informações solicitadas e, ao final dela, reuniram-se novamente e discutiram sobre as impressões que tiveram da mostra.

A proposta da exposição é colocar em evidência nomes de grandes artistas femininas, além de Anita Malfatti (1889 – 1964) e Tarsila do Amaral (1886 – 1973), dois grandes nomes do modernismo brasileiro.

Sem uma narrativa linear, com cerca de 300 obras e um vasto acervo de fotos e documentos, a mostra não só traz um novo olhar em relação às pintoras modernistas como, também, apresenta nomes desconhecidos do grande público.

Uma das artistas contempladas, Abigail de Andrade (1864-1890), é considerada pelo curador Paulo Herkenhoff como “a mais importante pintora do Brasil no século XIX”, tendo sido a primeira mulher premiada com medalha de ouro no concurso da Escola Nacional de Belas Artes.

Nair Teffé (1886-1981), outro nome presente na mostra, foi umas das pioneiras mundiais em caricaturas, além de ter sido primeira-dama ao casar-se com o ex-presidente Hermes da Fonseca, em 1913.

Confira as fotos:

Pelas Ruas de São Paulo: exposição Mulheres, no Tomie Ohtake - Fund. II (jun/2017)
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Ensino Fundamental encerra semestre em clima de festa junina

20170629_festa-junina-fundBandeirinhas, quadrilha, folclore e muita música. Mais uma vez, a Festa Junina do Ensino Fundamental do Santo Ivo teve seu foco nas tradições. Durante todo mês, cada turma desenvolveu diferentes propostas, de modo a resgatar a autenticidade do evento e da cultura popular brasileira. Nesta quinta-feira (29), último dia de aula antes das férias de julho, os estudantes do Fund. II tiraram as blusas xadrez e os vestidos de chita do armário e fizeram uma grande festa na sede do Santo Ivo. No dia 23, a festa foi para os alunos do 2º ao 5º ano.

Tradição – Alguns dos elementos mais importantes das festas juninas são as músicas populares, os símbolos, as danças e as comidas típicas. Todos os aspectos mais tradicionais do evento foram trabalhados durante o mês, com os alunos revisitando expressões do folclore brasileiro. A sede do colégio foi toda decorada pelos alunos.

“É necessário recuperar o porquê da tradição da quadrilha, dos alimentos, das brincadeiras, para que a festa junina não vire uma mera caricatura do mundo caipira e uma ode ao consumismo”, explica a coordenadora do Ensino Fundamental, Miriã Sales.

CLIQUE AQUI para ver as fotos das atividades.

Festa – Os alunos do Ensino Fundamental 2 encerraram o primeiro semestre no Santo Ivo em clima de festa. Nesta quinta-feira, o dia foi animado por músicas e danças típicas. Uma gincana com várias brincadeiras tradicionais ajudou a envolver os alunos no espírito da festa. E, claro, não podiam faltar os quitutes, muitos quitutes. Em uma grande mesa, foi exposta uma variedade imensa de comidinhas, como salgados, bolos, paçoca, pipoca, pé de moleque, curau e muitas outras.

No dia 23, a festa foi para os alunos do Fund. 1, que também participaram de muitas brincadeiras e se esbaldaram com pratos tradicionais. As crianças aprovaram! “Eu descobri que a origem da festa junina é muito legal”, disse a Sofia, do 4º ano. “A Festa Junina deste ano foi a melhor de todas! As brincadeiras e a quadrilha foram muito legais e a comida, muito boa”, completou o Matheus, também do 4º ano.

Quer ver como foi? Confira as fotos da festa:

ENSINO FUNDAMENTAL 1:

Festa Junina - Fund. 1 (jun/2017)

ENSINO FUNDAMENTAL 2:

Festa Junina - Fund. 2 (jun/2017)

Guias de Estudos do 2º trimestre do Fundamental II já estão disponíveis

20160401_guia-estudosAs provas do 2º trimestre acontecem em agosto. Para não entrar em pânico na hora, o ideal é estudar com antecedência.

Por isso, o Santo Ivo disponibiliza em seu site os Guias de Estudos para auxiliar os seus alunos.

Vale lembrar que, mesmo não valendo nota, os roteiros são uma ótima ajuda na hora da prova e para compreensão da matéria.

CLIQUE AQUI para acessar os Guias de Estudos do 2º Trimestre, para os alunos do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental.

 

Profª Ivana, de História, autografa e doa livro de sua autoria

donde-o-ouro-vem-uma-historia-politica-do-reino-monomotapa-a-partir-das-fontes-portuguesas-seculo-xviA professora Ivana Pansera de Oliveira Muscalu, que ministra as aulas de História aos alunos do 6º ao 8º ano do Colégio Santo Ivo, autografou e doou o livro de sua autoria, “Donde o ouro vem” – uma história política do Reino Monomotapa a partir das fontes portuguesas (século XVI), à Sala de Leitura da Sede.

A obra foi originada da dissertação de mestrado de Ivana, que recebeu o Prêmio História Social – USP – Capes.

Confira, abaixo, as fotos e a resenha do livro, escrita pela historiadora Maria Cristina Cortez Wissenbach.


“Donde o ouro vem” – uma história política do Reino Monomotapa a partir das fontes portuguesas (século XVI)

Em sua escrita ágil e sua interpretação fina, o trabalho da jovem historiadora demonstra que tamanha era a atração pelo ouro que tornou possível e desejável um movimento até então inusitado nos caminhos africanos da expansão: a entrada sertão adentro, os contatos diretos com os reinos africanos – no caso, os domínios dos mutapas, localizados nas partes altas da Mocaranga –, o rico planalto apreciado por todos pela fertilidade de suas terras, pelas grandes manadas de animais e pela existência dos ricos mananciais.

Embora os portugueses não tenham conseguido de fato se fixar no interior da região, montaram em seu entorno a infraestrutura e a base necessárias para os negócios e para os contatos diplomáticos; “fazendo ali sua casa”, estabeleceram funcionários às portas do reino, em Massapa, construíram feitorias e cidadelas ao longo do rio Cuama e, nos caminhos das rotas comerciais, venceram intermediários árabes e incentivaram a ida de sertanejos. Direta ou indiretamente o comércio do ouro viabilizou um processo original que se iniciou já no século XVI: o da colonização do Vale do Zambeze e a origem da sociedade luso-africana dos prazos.

Alunos do 6º ano realizam apresentação sobre Orlando Villas Bôas a turmas do Fund. 1

Por Rosangela – Sala de Leitura

No dia 14 de junho, os alunos do 2º ao 5º ano estiveram na Sala de Leitura da Sede para uma apresentação sobre a vida e obra do patrono do Concurso Literário 2017, Orlando Villas Bôas. A atividade foi realizada pelos alunos Eduardo Burin de Alburquerque e Enzo Antonio dos Santos Vignone, do 6ª ano A.

Abrangente e enriquecedora, a pesquisa que os alunos tiveram a oportunidade de assistir foi desenvolvida pelo Eduardo e Enzo de forma espontânea e voluntária.

No final, os dois estudantes ainda reservaram alguns minutos para responder algumas perguntas sobre Villas Bôas.

Um sucesso! Parabéns, meninos, pela iniciativa!

Confira as fotos:

Apresentação Orlando Villas Boas - 6º ano (jun/2017)

Grêmio realiza primeira edição do “Cinepão”

Uma vez por mês, os integrantes do Grêmio do Santo Ivo, “Pão na Chapa”, organizam uma atividade descontraída para os alunos do Ensino Fundamental 2 (6º ao 8º ano), no período inverso ao da aula.

Em junho, foi realizado o “Cinepão”, uma sessão de filme, com objetivo de estreitar as amizades, promover a convivência entre os alunos e arrecadar verbas para os eventos de final de ano, com a venda de pipoca.

Confira as fotos:

6º ano realiza atividade ligada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Em 2015, durante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), seus 193 Estados membros aprovaram, por unanimidade, uma nova agenda global para os próximos 15 anos, baseada em 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A adoção desses objetivos significa a aceitação de um caminho comum para o desenvolvimento de todos os países nos próximos anos. Trata-se de um “plano de ação universal” para definir as áreas que devem ser priorizadas para incorporar as três dimensões do desenvolvimento sustentável: social, ambiental e econômica. Mais do que buscar integrar essas dimensões, esse plano visa transformar os atuais padrões de desenvolvimento para um novo modelo que reduza a pobreza, as desigualdades de renda e de gênero, a exclusão social, a degradação dos recursos naturais e que promova a paz, a segurança alimentar, o uso eficiente dos recursos, entre outros desafios comuns que os países enfrentam em diferentes escalas.

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Dentro da aula de Projetos do 6º ano, a profª Yara, de Ciências, propôs um trabalho aos alunos que envolve os objetivos da ONU e seguirá até o fim do ano.

Na primeira etapa, os alunos foram apresentados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e, divididos em grupos, tiveram a liberdade de escolher um ou mais deles para trabalhar. Após conversarem entre si e discutirem soluções, eles listaram sugestões para tornar possível que esses objetivos fossem alcançados. Por fim, fizeram um cartaz para ilustrar a ideia (confira as fotos abaixo).

17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU - 6º ano (jun/2017)

Nas próximas etapas do projeto, serão definidos sete objetivos específicos ligados à Ciência, para que eles possam desenvolver uma linha de pesquisa.

Todos os trabalhos dos alunos têm sido reunidos pela professora e serão encaminhados à UNESCO. Se selecionados, podem ser repercutidos em instituições de ensino de todo o mundo.

Desde 2015, o Colégio Santo Ivo integra o Programa de Escolas Associadas da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o PEA-UNESCO, fazendo parte, portanto, de uma rede mundial de instituições que tem em sua agenda a promoção da paz, a valorização dos direitos humanos e do meio ambiente.