2º ano: encontro com o autor Eliandro Rocha

Os alunos dos 2ºs anos A, B e C receberam, no dia 8 de junho, a visita do autor Eliandro Rocha. No encontro, o escritor autografou cópias do seu livro “Amigo Secreto”, publicado pela Editora Callis e adotado pelos alunos neste ano.

Na obra, ilustrada por Sandra Lavandeira, Eliandro nos mostra o poder da amizade em superar qualquer tipo de diferença. “Ter amigos é uma das coisas mais importantes da vida.  Podem ser iguais a você ou totalmente diferentes. O que realmente importa é a amizade”, afirma o autor.

Eliandro Rocha é gaúcho, vive e trabalha em Porto Alegre. Ator, publicitário e contador de histórias há mais de dez anos, estreou na literatura para crianças em 2013.

Confira as fotos do encontro:

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Doutor da USP conversa com os alunos do 6º ano sobre a internet como fonte de pesquisa

20170614_e_bookOs alunos do 6º ano receberam uma visita especial na aula de Projetos. O doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo Jansen de Araujo, que desenvolve projetos de pesquisa e coordena a equipe de campo do Instituto de Ciências Biomédicas II da USP, veio falar com os estudantes sobre a “Internet como fonte de pesquisa”.

Até bem pouco tempo atrás, para se realizar trabalhos escolares, acadêmicos e científicos se fazia necessário ir a bibliotecas e livrarias para adquirir livros e investigar o assunto sobre o qual a pesquisa tratava. No entanto, com o avanço das tecnologias e o surgimento das redes de computadores, a forma de estudar vem passando por mudanças. Há uma grande quantidade de livros, artigos, documentários e entrevistas que é digitalizada e está disponível na internet, que é uma gigantesca fonte de informações que pode ser acessada de qualquer lugar, a qualquer hora.

Embora a internet facilite – e muito – o processo de pesquisa para um trabalho ou projeto, é preciso tomar cuidado com algumas fontes que encontramos durante o desenvolvimento da pesquisa, que podem não ser tão confiáveis. Além disso, existem métodos e habilidades que podem ajudar a tornar o desempenho da investigação mais eficiente e eficaz.

Como escolher a palavra-chave para iniciar a pesquisa? Como filtrar o conteúdo que aparece? Como evitar sites não confiáveis e saber se ele é idôneo ou não? Como se realiza uma pesquisa científica e uma revisão bibliográfica na internet? Como os autores são citados? Foi sobre isso e muito mais que veio falar o Dr. Jansen com os alunos do Santo Ivo.

Clique abaixo para conferir as fotos:

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Saída do “Pelas Ruas de São Paulo” apresenta obras do artista Cícero Dias aos alunos do Fund. 2

Na última sexta-feira (2), os alunos do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental visitaram a exposição “Cícero Dias – Um Percurso Poético”, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

A atividade foi a 34ª do projeto “Pelas ruas de São Paulo”, que tem como objetivo proporcionar aos alunos interessados a riqueza artística da nossa cidade.

A mostra reúne 125 obras deste que é um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX, reconhecido internacionalmente. A exposição contextualiza sua história e evidencia sua relação com poetas e intelectuais brasileiros e sua participação no circuito de arte europeu, trazendo um panorama de toda produção do artista pernambucano, dividida em três grandes núcleos que delineiam seu percurso poético. São eles: Brasil, Europa e Monsieur Dias – Uma vida em Paris. Além das obras propriamente ditas, a exposição traz ainda fac-símiles de cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso, Alexander Calder, entre outros.

Confira as fotos:

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8º ano realiza estudo do meio nas cidades históricas de Minas Gerais

2ce212b6-760e-4afc-864a-a425789f0be1De 5 a 9 de junho, os alunos dos 8ºs anos participam de Estudo do Meio nas Cidades Históricas de Minas Gerais, onde podem conhecer mais profundamente a história da região e complementar o estudo do período colonial brasileiro desenvolvido em sala de aula.

Fundamental na formação do Brasil contemporâneo, Minas Gerais começou a ascender economicamente a partir do século 17, com a descoberta das minas de ouro.

Com visitas às cidades de Tiradentes, Ouro Preto, Congonhas do Campo e Mariana, os estudantes podem conhecer in loco as minas, que enriqueceram a região na metade final da colonização, e as construções históricas, além de ter um contato mais vivo com os fatos da Inconfidência Mineira, que foi um prelúdio da independência nacional, iniciada no maior Estado territorial da região Sudeste.

Depois de visitarem as minas e igrejas, caminharem pela trilha dos inconfidentes e conversarem com garimpeiros e moradores nos três primeiros dias de viagem, os alunos visitam, ainda, as cidades de Paracatu e Barra Longa, afetadas pela enxurrada de lama provocada pelo rompimento das barragens de Fundão e Santarém, da mineradora Samarco, em 2015. Nos locais, realizam trabalhos de observação e pesquisa e entrevistam moradores a respeito do que aconteceu.

CLIQUE AQUI para conferir as fotos do estudo do meio.

Abaixo, confira o roteiro completo da viagem:

1º dia

06h30 – Saída do colégio
11h30 – Almoço em restaurante na rodovia Fernão Dias (BR 381). “Venda do Chico
16h30 – Check-in no Hotel Mãe d’Água em Tiradentes.
20h – Oficina de Órgão na Igreja Matriz.
21h – Jantar.
22h – Conversa sobre as atividades do segundo dia e confraternização na praça em frente ao Hotel.
23h – Recolher.

2º dia

7h – Despertar e Café da manhã.
8h30 – Conversar com minerador sobre práticas de mineração.
10h – Conversa com um morador da cidade de Tiradentes.
12h – Almoço e check-out do Hotel.
13h –  Saída sentido à Congonhas do Campo
15h – Visita ao Santuário do Bom Jesus de Matosinhos (Igreja, adro e capelas anexas) em Congonhas do Campo.
17h –  Saída sentido à Ouro Preto
18h – Chegada em Ouro Preto e check-in na Pousada do Mondego.
20h – Jantar e caminhada noturna nas ruas centrais da cidade ao redor do Hotel e na Praça Tiradentes.
22h30 – Recolher.

3º dia

7h30 – Despertar e Café da manhã.
8h30 – Visita à Igreja de São Francisco.
10h30 – Visita à Igreja do Pilar.
12h30 – Almoço.
14h – Visita ao Museu da Inconfidência e à Praça Tiradentes.
16h – Visita em uma Mina no centro de Ouro Preto.
20h – Jantar.
21h – Visita noturna à Feira de Pedra Sabão no Largo de Coimbra.

4º dia

7h – Despertar e café da manhã.
8h – Saída para a cidade de Paracatu, afetada pela lama da Samarco.
9h – Caminhada pela cidade e trabalho de observação e pesquisa.
10h30 – Saída para a cidade de Barra Longa, também afetada.
13h – Almoço em restaurante de Barra Longa.
14h – Caminhada pela cidade e entrevista com moradores a respeito do que aconteceu quando a lama atingiu Barra Longa.
17h30 – Retorno à Ouro Preto.
20h30 – Jantar.
22h – Atividade Noturna / Tempo Livre.
23h –  Recolher

5º dia

7h – Despertar e café da manhã.
8h – Check-out na Pousada do Mondego e saída sentido à cidade de Mariana.
9h30 – Visita ao Garimpo Topázio.
10h30 – Visita à Praça Minas Gerais em Mariana.
11h30 – Almoço.
12h30 –  Saída de Mariana sentido ao Aeroporto de Confins.
15h –  Chegada ao Aeroporto de Confins.
16h30 – Embarque no vôo da Gol n° 1311, com destino ao aeroporto de Congonhas.
17h45 – Chegada ao Aeroporto de Congonhas.
Transfer do aeroporto à Escola. Chegada prevista na escola: 20h30.

5ºs anos visitam Museu da Imigração Japonesa no Brasil

Na última sexta-feira (2/6), os alunos do 5º ano estiveram no tradicional bairro da Liberdade para conhecer o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, com o objetivo de complementar o estudo em sala de aula sobre a relação da história deste povo, percebendo a influência dessa cultura na urbanização de São Paulo.

Inaugurado em 1978, o Museu ocupa três andares da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e conta com aproximadamente cinco mil objetos, 28 mil documentos e dez mil fotos, que retratam pontos marcantes da trajetória dos imigrantes nipônicos que vieram ao país.

A primeira parte do museu mostra as relações diplomáticas entre o Brasil e Japão, retratando o trabalho e vida dos imigrantes nos cafezais paulistas e outros cultivos.

A segunda parte do museu traz três temas: a contribuição dos japoneses na agricultura brasileira, a Segunda Guerra Mundial e a reorganização da comunidade nipo-brasileira após a guerra. O último setor retrata a vida dos imigrantes pós guerra e a instalação de indústrias japonesas no país. Além disso, o museu também destaca as relações socioculturais do intercâmbio entre os dois países, incluindo dança, religião, música, culinária e cinema.

Confira as fotos:

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Experimento do 7º ano mostra como acontece absorção e transporte de água nas plantas

As plantas são seres vivos que interagem com o ambiente e necessitam de alimento para sobreviver. Entretanto, ao contrário dos animais, as plantas conseguem fabricar seu próprio alimento por meio do processo de fotossíntese. Para realizá-la, a planta precisa retirar água e sais minerais do solo, o que acontece através da raiz, e gás carbônico do ar. Mas como a água vai da raiz até as folhas?

Em atividade realizada pela professora Yara, de Ciências, os alunos dos 7ºs anos fizeram uma experiência com plantas jovens de feijão, germinadas por cerca de 20 dias, a partir da qual puderam observar como funciona esse processo.

Primeiro, os alunos tiraram parte da planta e fizeram uma análise morfológica dela, observando a cor, o desenvolvimento, a presença de pelos nas raízes, etc. Depois, colocaram-na dentro de um tubo de ensaio, que continha água e corante. Ela foi exposta à luz, para que o processo fosse acelerado, já que, assim, ela absorve a água mais rapidamente. De tempos em tempos, os alunos iam observando a subida gradativa do corante com a água. O caule foi ficando vermelho, até o ponto que as folhas também obtiveram essa coloração. Isso mostra que a planta conseguiu absorver a água e o corante pelas raízes e os transportou até a parte aérea, onde estão as folhas.

Essa condução de água acontece pelo xilema, que faz parte do sistema condutor das plantas vascularizadas. Ele é responsável por transportar água e sais minerais (seiva bruta) que são absorvidos pela raiz até as folha, onde ocorrerá a fotossíntese. Durante a fotossíntese, é produzida glicose, que é a forma química de armazenamento de energia mais freqüente entre os seres vivos. Por isso, dizemos que as plantas conseguem produzir seu próprio alimento e, portanto, são autotróficas. Mas este composto de glicose produzido precisa ser distribuído por toda a extensão da planta. Para isso existe o floema, que também faz parte do sistema condutor das plantas vasculares, mas é responsável pela distribuição da seiva elaborada.

Confira fotos da atividade:

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“Pão na Chapa” toma posse do Grêmio Estudantil

A “Pão na Chapa”, vencedora da eleição para o Grêmio Estudantil 2017 do Colégio Santo Ivo, tomou posse na última quinta-feira de maio (31). Durante a solenidade, seus integrantes assinaram a ata da posse e apresentaram ao diretor geral Dr. José Carlos, à diretora pedagógica Myrna e à orientadora Silvia algumas de suas propostas.

Entre as principais está promover atividades diferentes no recreio, variando conforme o dia da semana, grupos de estudos e de apoio, sessões de cinema, bailes, feiras de solidariedade, palestras, etc.

Os integrantes da chapa vencedora são:

Giovanna – coordenadora geral
Paula – vice coordenadora geral
Luciana – coordenadora financeira
Manuela Rizzi – coordenação de cultura
Chiara – coordenadora de relações estudantis
Leonardo Teruya – coordenador de esporte
Pedro Delaretti (Pepe) e Felipe Melfi – coordenação de comunicação

Confira as fotos:

Posse do Grêmio - Fund. 2 (maio/2017)