Encontro com o escritor Rodrigo Lacerda discute a importância dos clássicos literários

A professora de Língua Portuguesa Fátima Toso e a Orientadora da Sala de Leitura Elizabeth Ferreira Cavalcanti participaram do envolvente encontro “Por que ler os clássicos?”, com o escritor, tradutor e diretor da Coleção Clássicos Zahar, Rodrigo Lacerda.

A intenção do evento foi proporcionar uma reflexão sobre a importância da introdução aos grandes clássicos da literatura. O autor afirmou que os “clássicos absolutos” e os “clássicos populares” têm o poder de entrar no imaginário coletivo da humanidade e que escritor pode almejar várias glórias, querer ficar milionário ou ter muita fama, mas entrar nesse imaginário é o maior prêmio que um autor pode ter.

Rodrigo Lacerda também é autor de O mistério do leão rampante (novela, 1995, prêmio Jabuti e prêmio Certas Palavras de Melhor Romance), A dinâmica das larvas (novela, 1996), Vista do Rio (romance, 2004), O fazedor de velhos (romance juvenil, 2008, prêmio de Melhor Livro Juvenil da Biblioteca Nacional, prêmio Jabuti, prêmio da FNLIJ), Outra vida (Melhor Romance no prêmio Academia Brasileira de Letras), entre outros livros.

O evento aconteceu na Livraria Casa de Livros, no dia 12 de fevereiro.

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Parlenda é tema de atividades do 2º ano

Os alunos do 2º ano B e C realizaram atividades com parlendas, que são versos infantis ritmados e repetitivos, normalmente breves e com rimas.

As parlendas são simples, divertidas e de fácil memorização. São criações anônimas que fazem parte do folclore brasileiro e passam de geração para geração, transmitindo a cultura oral popular.

Primeiro, as crianças recitaram parlendas já conhecidas. Depois, utilizando tiras de papel com os versos de parlendas já memorizadas, ordenaram-nas, observando a relação entre a oralidade e o texto escrito.

Trabalhar com parlendas é sempre interessante, já que elas contribuem para o desenvolvimento da memorização, da comunicação, da socialização e do raciocínio lógico.

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Parlendas - 2º ano B e C (fev/2018)

 

Pelas Ruas de São Paulo: alunos do Fund. II visitam MAC USP

Na última sexta-feira (23), os alunos dos 6ºs, 7ºs e 8ºs anos do Santo Ivo visitaram o MAC – Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. A atividade foi a 39ª do projeto intitulado “Pelas Ruas de São Paulo”, que tem como objetivo proporcionar aos alunos interessados a riqueza artística da nossa cidade.

Criado em 1963, este templo da cultura e da arte é considerado um dos mais importantes da América Latina. Desde 2012 instalado no imponente prédio projetado por Oscar Niemeyer (ex-Detran), em frente ao Parque Ibirapuera, o MAC USP tem oito andares reservados para receber exposições e o acervo de 10 mil obras, entre Picasso, Matisse, Kandinsky, Tarsila do Amaral, Volpi e muitos outros importantes artistas. No último andar, um terraço garante uma espetacular vista panorâmica de 360 graus da região do Ibirapuera e Vila Mariana.

Na visita, os alunos do Santo Ivo conferiram o acervo do Museu e também espaços cujo público normalmente não tem acesso, como a reserva técnica, onde as obras que serão enviadas para outros museus são armazenadas. Lá, eles aprenderam que, quando uma obra viaja para outro lugar, é acompanhada por uma pessoa designada durante todo o trajeto, até chegar em seu destino, onde é desembalada e instalada.

Os alunos estiveram acompanhados pela professora de Arte Diana e pela Orientadora Educacional Silvia.

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Pelas Ruas de São Paulo: MAC - Fund. II (fev/2018)

Origem dos planetas é simulada em aula prática do 6º ano

Na última semana, na aula de Ciências, os alunos do 6º ano realizaram a sua primeira experiência prática do ano, a partir do estudo que realizaram sobre a formação do Universo.

Primeiro, eles fizeram pesquisas e levantamentos sobre o assunto. Depois, discutiram o tema em sala de aula.

A origem do universo proporcionou – e ainda proporciona – vários debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos.

Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão (ou Big Bang, em inglês). Segundo ela, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, cerca de 13 bilhões de anos atrás.

Até que os planetas se formassem, a matéria que viria a constituí-los vagueava pelo espaço. Como esta matéria era instável, ocorriam muitas colisões. Destas colisões resultaria a incorporação progressiva de poeiras e gases de corpos que cada vez mais iam atraindo mais matéria, aumentando a sua massa e, sucessivamente, a sua força gravitacional.

No início do Sistema Solar, também existiam apenas grãos microscópicos de poeira e gases espaciais que orbitavam ao redor do Sol e, pela força de atração gravitacional, começaram a se juntar e formar corpos cada vez maiores e com mais massa, gerando os planetas, incluindo a Terra.

Para simular essa situação, os alunos usaram uma folha de papel, esponja de aço (Bombril) e imã. Primeiro, eles criaram os fragmentos, despedaçando o Bombril. Com o imã colocado embaixo do papel, eles atraíram todos esses fragmentos para um mesmo ponto, formando como se fossem esferas, que pareciam os planetas, mostrando então como é a Teoria da Acreção e o surgimento dos planetas.

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Aula de Ciências: formação do universo - 6º ano (fev/2018)

2º ano constrói jogos de percurso para aprender matemática

Os alunos do 2º ano B e C criaram em aula seus próprios jogos de trilhas, que são jogos de percurso conhecidos há séculos em todo o mundo. E são muito divertidos!

Os jogos fazem parte da rotina de lazer das crianças, mas são muito mais que brincadeiras. Como metodologia de ensino, proporcionam o desenvolvimento de muitas habilidades, como a capacidade de argumentar, refletir, analisar situações, elaborar hipóteses, entre outras. Além disso, são boas maneiras de aprofundar conteúdos matemáticos, desenvolver o raciocínio lógico e atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupo, favorecendo a sociabilidade e a convivência: no jogo, aprende-se a ganhar, a perder, a entender e respeitar regras e a trabalhar em parceria.

Nos jogos de percurso, ao lançar os dados e avançar com o peão pelas casas do trajeto, as crianças vão compreendendo o sistema numérico. Avançar no percurso de acordo com o número tirado no dado implica recitar a série numérica e enumerar as casas, isto é, tentar fazer que o número pronunciado corresponda ao objeto contado.

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6º ano inicia atividades do projeto #pauliceia: Rios

Escola associada da Unesco, o Colégio Santo Ivo insere-se na busca por um mundo justo e igualitário adotando os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU como fio condutor das Práticas de Projetos de Pesquisa realizadas com os alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental II.

O projeto #pauliceia toma a cidade de São Paulo como “síntese do mundo” e lança aos estudantes o desafio de alcançar os ODS em escala local. #pauliceia tem como ponto de partida a São Paulo de 2018, com seus imensos contrastes e contradições, e propõe a busca por uma São Paulo justa e igualitária.

No 6º ano, o projeto #pauliceia: Rios se debruça sobre o ODS 6 – Água Potável e Saneamento e tem como objetivo incentivar o conhecimento da importância da água para a formação e a vida em sociedade, bem como despertar o interesse e a consciência dos alunos para o tema, incentivando-os a propor ações de recuperação para os rios de São Paulo.

“Vamos tratar sobre a água em seus diferentes aspectos e o objetivo final é que eles façam propostas que visem recuperar o rio Tietê. Para isso, vão traçar paralelos com vários rios do mundo, estudar sobre o uso ineficiente e a degradação da água pela poluição e abordar a importância crucial da água e dos rios para muitos aspectos da saúde humana, do desenvolvimento e do bem-estar. A partir daí, vão propor ações corretivas”, explica a professora Yara, de Ciências, responsável pelo projeto com o 6º ano.

Os alunos já começaram os trabalhos. A primeira atividade propôs que eles fizessem desenhos lúdicos sobre o tema. Depois, eles trouxeram imagens referentes ao assunto para montar a capa do caderno de registro deles. Nesse bloco de campo, eles anotarão e reunirão tudo o que vão fazer, entre pesquisas e atividades.

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Alunos do Fund. II são apresentados à plataforma Geekie One

459x130xLOGO_GEEKIE_RGB_Alta.png.pagespeed.ic.a1PJ29-D10Na semana que antecedeu o Carnaval, os alunos do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental foram apresentados à plataforma Geekie One, na qual o material didático é levado integralmente para o ambiente digital e passa a ser acessado pelos estudantes em seus dispositivos móveis e Chromebooks. Os dados são acompanhados pela escola, professores e pais, podendo ser mensurados em tempo real, ajudando os alunos em suas dificuldades e potencializando habilidades.

Desde 2016, o Santo Ivo tem parceria com a Geekie, de modo a otimizar a relação entre ensino e aprendizagem por meio do uso da tecnologia.

A ideia na adoção da Geekie One é acelerar ainda mais a compreensão do desempenho de cada aluno e a personalização do aprendizado, facilitando também a mediação do professor com intervenções pedagógicas mais claras e assertivas. Dessa forma, o conteúdo ganha vida, clareza e contextualização necessárias para despertar a motivação dos alunos.

A introdução à plataforma foi feita aos alunos por uma equipe da Geekie e de professores do Santo Ivo.

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Geekie - Fund. II (fev/2018)