8º ano produz maquetes de células e tecidos em atividade colaborativa

Um dos grandes desafios enfrentados pela escola é tornar mais interessantes os conteúdos de difícil compreensão.

Desse modo, a utilização de maquetes como ferramenta pedagógica é uma ótima opção ao processo de auxílio da exposição e fixação dos assuntos. Isso porque estudar a partir de modelos torna o processo do aprendizado muito mais prazeroso ao aluno.

Partindo desse princípio, a profª Yara, de Ciências, preparou uma aula na qual as turmas do 8º ano construiriam as suas próprias maquetes de células e tecidos.

“No modelo de célula, eles precisariam construir as organelas, que são estruturas que fazem a célula funcionar, como o lisossomo, responsável pela digestão celular, o ribossomo, responsável pela produção de proteína, o núcleo, onde fica o DNA, e assim por diante”, explica Yara. “Já os tecidos são o epitelial, o nervoso, o muscular e o conjuntivo, que tem uma variação dentro dele”.

As salas foram divididas em cinco grupos: três deles deveriam trabalhar com células e dois deles com tecidos. “Depois de ser feita a divisão e o sorteio dos conteúdos, propusemos que o trabalho fosse colaborativo. Assim, eles deveriam construir uma única célula, com todas as organelas, para que três grupos diferentes usassem, construir uma maquete de tecido, para que dois grupos usassem”, conta Yara.

Depois de, juntos, discutirem e decidirem o que iriam apresentar, os alunos planejaram como as maquetes seriam feitas: que material usar, que papel teria cada membro dos grupos, etc.

Todo o trabalho foi realizado em sala e, ao final, os estudantes apresentaram o resultado aos colegas.

As turmas trabalharam com total liberdade de materiais e o resultado foi maravilhoso. Confira as fotos:

Maquetes de célula e tecido - 8º ano (fev/2019)
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